Uma aventura de verão em Nissan Leaf 40 kWh

5826 km, 7 países, 3 pessoas, 3 semanas e 2 dias… e 1 carro elétrico

Este não é um artigo habitual. É uma crónica. Escrita na primeira pessoa daquilo que foi uma verdadeira aventura elétrica com partida em Portugal e com rumo à Europa. Sem medos, com muita coragem e mais importante… realizada em modo elétrico e sem emissões!

Esta família está de parabéns! Obrigado pela partilha e boa leitura.

Eis a crónica da família Pedro:

“1 Nissan Leaf 40 kWh, 3 pessoas, 3 semanas e 2 dias, 7 países e uma viagem que só não foi perfeita porque, apesar da rede Nissan ser tecnicamente operacional, ainda não serve o espírito que caracteriza a mobilidade eléctrica.

Quando deixámos Mira, onde moro com os meus pais, que embarcaram comigo nesta aventura, o entusiasmo era palpável, ajudado pelo silêncio do Leaf. Chegámos ao primeiro destino, a Guarda, pelas 13:00, e dirigimo-nos de imediato ao stand da Nissan, que já estava fechado para almoço e não tinha um posto de carregamento rápido (PCR). Procurámos outros postos de carga que estavam indisponíveis e, às 14:00, com 7% de bateria e 17 km disponíveis, o desânimo começou a surgir. Contudo, devido ao GPS incorporado no Leaf, acabámos por descobrir um posto de carga normal disponível, perto da Câmara Municipal, obrigando-nos a deixar o carro a carregar nesse local e a passar a primeira noite na Guarda num hotel de charme, propriedade de uma senhora que era a simpatia em pessoa.

Depois da forçada – mas bem passada – noite na Guarda, a chegada a Salamanca era ansiosa, dirigindo-nos imediatamente ao stand Anferpa Cars na zona industrial.

Onde fomos extremamente bem recebidos e onde nos deixaram carregar a 50 kW. Uma vez em Salamanca, comecei a recordar alguns momentos, visto que eu já tinha visitado a cidade numa atividade escolar e, portanto, servir um pouco de guia para visitar a Catedral Vieja, a Casa de las Conchas e a Plaza Mayor, até chegarmos à Casa Lis, a lindíssima Art Deco e Museu de Arte Nova repleto de vitrais e peças únicas.

De seguida fomos para Valladolid para jantar e dormir. Chegámos a tempo de uma festa local de cavalos e gostámos muito de passear a pé, ver as tendas de produtos regionais, as danças tradicionais e os cavalos. Quando acordámos fomos ao stand Eylo Motor onde falámos com um funcionário muito simpático. Seguimos diretamente para Soria onde os receios começaram a surgir. Fomos a alguns postos de carregamento fora de serviço e, entretanto, descobrimos que era o último dia de um famosíssimo festival de música Afro-Americana e que toda a hotelaria estava esgotada. Sem bateria, estacionámos o carro na avenida principal e caminhámos cerca de 1 km até ao hospital, onde, supostamente havia um posto de carga. Afinal também estava fora de serviço. Já com algum aperto no estômago, vimos a placa de um hotel e corremos para lá, na esperança de ficarmos com o último quarto do último hotel. A recepcionista, muito afável, falou- nos de um posto de carga num parque subterrâneo onde acabámos por deixar o carro a carregar durante a noite.

Após acordarmos em Soria, seguimos para Saragoça com o intuito de passar o resto do dia da cidade. Contudo, como a estrada era relativamente plana com algumas descidas ocasionais, a autonomia do carro permitiu-nos passar ao lado de Saragoça e chegar a Lérida nesse mesmo dia. Fizemos uma pequena paragem em Tarazona, uma pequena cidade com vários monumentos atravessada por um rio. Seguimos, então, para Lérida, que nos pareceu fantástica ao longe. Provavelmente, por ser domingo à tarde e estarem 36º à sombra, a cidade estava deserta. Uma vez mais a sorte acompanhou-nos e conseguimos encontrar um ponto de carga na Universidade (Faculdade de Direito, Economia e Turismo), garantindo autonomia para chegar a Andorra para jantar e dormir.

O caminho para Andorra levou-nos aos Pirinéus. A grandeza das montanhas e os cerca de 15 túneis fez-nos sentir muito pequenos! Já chegámos tarde. Depois de nos instalarmos e de deixar o carro a carregar num parque de estacionamento, fomos caminhar no centro da cidade, visto que era o dia de festa local. Assistimos a um concerto de uma banda espanhola e conhecemos o dono de um bar, natural de Aveiro, em Portugal, e que tinha emigrado para ali com a família. Depois de nos maravilharmos com a Andorra noturna, fomos dormir já a pensar na chegada a França.

No dia seguinte, depois de conhecermos Andorra à luz do dia, prosseguimos para Perpignan. No caminho entrámos no Forte de Vauban, propriedade da UNESCO. Também demos um passeio por Perpignan e descobrimos as Portas de Notre Dame. Em Perpignan fomos ao stand Méditerrannée e o carregamento demorou cerca de 45 minutos.

Depois da carga e de visitar Perpignan fomos para a praia de Saint Marie para o nosso primeiro contacto com o Mar Mediterranean, pois estávamos com temperaturas de 37°. A vontade de ficar era imensa, mas ainda havia alguma distância a separar-nos de Montpellier para carregar o carro e seguir para Marseille. Carregámos no stand em Montpellier onde foram extremamente simpáticos e nos ofereceram águas frescas, visto que estavam temperaturas altíssimas.

A chegada a Marseille foi extremamente gratificante. O choque cultural foi intenso visto que, para chegarmos à zona histórica, tivemos de passar pelas redondezas à pressa. Descobrimos um parque subterrâneo e estacionámos, para irmos a pé conhecer a área e para procurar um hotel. A carne e o marisco era vendido na rua sem qualquer protecção. Perto da estação, um rapaz de 11 anos fez-nos sinal de que lhe poderíamos comprar droga. Os homens olhavam para as raparigas como se elas fossem a carne crua exposta no meio das moscas. Depois de entrar na zona histórica, descobrimos um hotel e de seguida fomos para o Cours Julien, um bairro muito famoso pela sua mistura de arte moderna com cultura alternativa, banhado pela música de vários tocados perto das esplanadas. Depois de jantar no Cours Julien fomos visitar o porto de Marseille, ainda a tempo de ver o pôr do sol refletido na água e de assistir a alguns espetáculos de rua.

De manhã fomos para a praia. Depois de outro encontro com o Mediterrâneo, dirigimo-nos ao stand Nissan Cap Janet onde, infelizmente, fomos mal recebidos pela primeira vez. O funcionário era rude e disse-nos que não deixava que os carros carregassem, apesar de ter um posto de carregamento e disse-nos, ainda, para irmos ao IKEA, apesar de termos explicado que, como éramos portugueses, não tínhamos o cartão necessário para o fazer.

Desiludidos, mas resignados, fomos para Toulon para o stand Toulon Ouest, onde o representante mostrou disponibilidade para deixar o carro a carregar durante a hora de almoço, mas optámos por almoçar e visitar Toulon e carregar o carro a partir das 14:00, o que nos permitiu ir de seguida para Saint Tropez, onde jantámos e dormimos.

Depois de acordar em Saint Tropez, visitámos o porto e observámos toda a excentricidade que caracteriza o local. Vimos a riqueza e a ostentação e decidimos tomar o pequeno-almoço numa esplanada, para usufruir durante algum tempo deste movimento particular deste pequeno local, antes de seguir para Cannes.

Em Cannes fomos diretamente para o stand Auto Europe, onde fomos francamente bem recebidos. O posto de carregamento exterior estava avariado, mas deixaram- nos carregar, excecionalmente, no interior do stand. Carregámos até aos 50%, considerando que este posto era de 7 kW, o que nos permitiu ter autonomia suficiente para passear por Cannes e para ir para Nice no dia seguinte, ainda tendo a oportunidade do mais fantástico mergulho no Mediterrâneo antes do jantar.

Ao acordar passeámos por Cannes e Antibes antes de ir para Nice pela costa. Ficámos enamorados pelas praias da Côte d’Azur. Seguimos sempre junto ao mar com a ajuda do GPS incorporado no carro e, em Nice, fomos diretamente para o famoso mercado de flores de Cours Saleya. Provámos o conhecido Pissaladière e seguimos para o stand Nissan Nice, onde
o pessoal foi bastante prestável e, inclusivamente, chamaram um funcionário português para falar connosco e nos acompanhar durante a espera.

Depois de carregar em cerca de 45 minutos, decidimos ir para o Mónaco para jantar e dormir. Chegar ao Mónaco foi alcançar o pico mais alto da luxúria e da ostentação. Depois do check in no hotel fomos explorar o local, sempre cientes das centenas de que monitorizavam todos jardim da Princesa Grace, pelo luxo que transparecia câmaras espalhadas pela cidade os movimentos. Explorámos o o Casino, sempre arrebatados por todos os lugares. A limpeza e organização era incrivelmente impecável. Jantámos pela marina e dirigimo-nos novamente para o hotel, para preparar a viagem até Itália.

Já de manhã visitámos o Jardim Exótico do Mónaco e o palácio, um dos sítios mais concorridos que nós vimos. Com uma noção muito ampla e maravilhada do Mónaco, entrámos em Itália.

Ao chegar a Sanremo, vimos que ainda tínhamos autonomia suficiente para chegar a Génova. Entrar em Génova foi entrar no sonho italiano, que se desfez quando percebemos que as entradas das tomadas eléctricas tinham pinos e, porque era sábado, não era possível carregar o carro no stand mais próximo. Fomos forçados, então, a passar duas noites no centro histórico de Génova, mas aproveitámos para caminhar e, consequentemente, visitar os sítios mais emblemáticos, como a Piazza Ferrari, o Palazzo Ducale, a Biosfera, entre outros. Também provámos a verdadeira pasta italiana, as pizzas e os gelados artesanais.

Após as duas noites em Génova, dirigimo-nos ao stand Concorde com 4% de bateria… para uma nova surpresa! O stand não tinha posto de carregamento, no entanto o funcionário indicou-nos o stand da Porsche na porta ao lado. O funcionário da Porsche foi muito prestável e deixou-nos carregar, fascinado com a nossa história! Contudo o posto de carregamento era de 3.7 kW, e, então, apenas carregámos até aos 27%, pois entretanto o funcionário da Nissan indicou-nos um stand da Nissan para transportes pesados que teria um posto de carregamento rápido. Nesse mesmo stand o carregamento durou cerca de 50 minutos e foi acompanhado de más notícias. O pessoal foi extremamente prestável e telefonaram para stands onde poderíamos carregar o carro em Milão e Turim, não obtendo, porém, resposta ou recebendo uma resposta negativa.

Aconselharam-nos a deixar Itália o mais cedo possível e regressar a França, uma vez que Itália ainda estava muito atrasada no que diz respeito à mobilidade elétrica. Deram-nos o número verde da Nissan, para vermos se conseguiríamos algum ponto de carga em Milão. Através desse número, tivemos conhecimento do stand Renord, onde poderíamos carregar logo pela manhã.

Fomos, então, para Milão e dormimos lá, prontos para explorar a cidade e com a certeza de que poderíamos carregar o carro. Uma vez que não quisemos abusar da sorte, decidimos separar-nos: o meu pai foi ao stand com o carro e a minha mãe e eu começámos de manhã cedo a explorar Milão, já que o carregamento iria durar entre 4 a 5 horas e sabíamos que a cidade de Milão era um dos possíveis pontos altos de toda a viagem. Visitámos o Arco Della Pace, o Castello Sforzesco, a Catedral de Milão e as Galerias Vittorio Emanuele II, onde acabámos por almoçar. Assim, a visita a Milão, apesar de ser maravilhosa, teve um sabor amargo motivado pela falta de postos de carregamento. Após esta curta, mas intensa aventura por Itália, decidimos seguir não para França, mas para a Suíça.

Carregámos o carro em Lugano, porque precisávamos de toda a energia possível para chegar a Thun. O funcionário do stand em Lugano foi muito prestável e, também bastante impressionado com a nossa história, avisou-nos que o caminho para Thun era sempre a subir, ofereceu-nos café, deixou-nos carregar o carro durante a sua hora de almoço e… Alpes Suíços, aí fomos nós!

 

O desafio de subir aos Alpes Suíços e ver a autonomia do carro a decrescer gradualmente foi superado pelas paisagens lindíssimas repletas de cascatas e pintadas de neve em pleno Agosto e a paz invadiu-nos quando começámos a descer e testemunhámos a regeneração da bateria, dando-nos energia para chegar a Thun com 16% de autonomia. Contudo, em Lauterbrunnen disseram-nos que o stand estava em obras e que não podíamos carregar. Enviaram-nos para o posto de carregamento de uma estação de serviço… limitada e com cartão de crédito. Após 3 horas na dirigimo-nos a Genève, onde deixámos o carro a carregar num parque subterrâneo.

Após acordar em Genève e caminhar pela cidade durante um bocado, continuámos para Lyon onde chegámos relativamente cedo, cerca das 14:00, a tempo de conhecer o centro da cidade, de jantar e de dormir. No dia seguinte, ao acordar, fomos ao stand Lyon Sud do Grupo Bernard. O sr.Y…, inicialmente, procurou um cartão para o posto rápido, mas, como não o encontrou, mandou-nos para um de 7 kW da Infinity, dizendo que o posto rápido de carregamento da Nissan não estava a funcionar, o que era claramente falso. Explicámos que estávamos em viagem e que seria muito mais útil usar um posto rápido, mas o funcionário repetiu que estava avariado. Carregámos o carro durante 4 horas, até aos 70% e depois a carga parou e bloqueou. Seguimos, então, para Valence onde foram muito simpáticos e nos deixaram carregar sem nenhum problema.

Fomos dormir em Avignon e gostámos muito de caminhar, pela manhã, dentro das muralhas da zona histórica. De seguida, ainda da parte da manhã, dirigimo-nos ao concessionário Grupo Marin de Avignon. Atendeu-nos um funcionário muito antipático e bastante rude que não nos deixou carregar e tinha um Nissan Micra de serviço, estacionado no espaço reservado a veículos eléctricos, apesar do posto de carregamento estar ligado à corrente e pronto a funcionar. Como se não bastasse, não nos ofereceu sequer a possibilidade de carregar numa tomada normal. Deslocámo-nos a um posto de carregamento no Centro Comercial Auchan, que requeria um cartão específico. Não conseguíamos obter este mesmo cartão e ligámos para a assistência Nissan que tentou entrar em contacto com o stand em questão, sem sucesso.

Sem que a assistência Nissan conseguisse resolver o problema ou encontrar outra solução, fomos pedir ajuda à Renault de Avignon, cujo pessoal foi extremamente afável. Deixámos a Renault mais tarde, com 57%, tendo de passar outra noite em Avignon.

Depois de Avignon seguiu-se Montpellier, onde carregámos no stand Montpellier Auto Sports. Uma vez que o carro ficou a carregar durante a hora de almoço dos funcionários, nós também fomos almoçar. Depois continuámos para Perpignan pela costa, passando por Sète e Cap d’Agde.

Já em Perpignan dirigimo-nos novamente ao stand Auto Mediterrannée, 3 semanas mais tarde, onde pudemos deixar o carro num posto de carregamento rápido sem necessitar de cartão.

Continuámos por Argéles sur Mer para Cerbère onde jantámos e dormimos.

Após acordar em Cerbère fomos para Barcelona para carregar no stand da Nissan, contudo, descobrimos que estava fechado, pois era um feriado religioso nacional. Decidimos ficar outra noite com o carro a carregar no parque do hotel NH desde o meio dia, com a vantagem de visitar toda a cidade, conhecendo a Sagrada Família, a Casa Gaudi, as ramblas e a zona central. Barcelona surpreendeu-nos pelo movimento, pelo turismo e, principalmente, pela intensidade.

 

Após a noite em Barcelona, fomos para Lérida, onde carregámos novamente perto da universidade com o cartão MOBI.E e, deste modo, seguiu-se Saragoça. Na nossa viagem tínhamos negligenciado Saragoça, com a pressa de chegar a França. No regresso pudemos aproveitar ao máximo. Tínhamos de conhecer a basílica, os palácios e toda a sua história. Portanto, para passar a noite aqui, carregámos no stand Arvesa, num posto de carregamento rápido.

Depois de Saragoça parámos em Soria para carregar no MateoGrupo. Foram simpáticos por atrasarem a sua hora de almoço 15 minutos, apenas para nos deixarem carregar mais um pouco.

Em Valladolid voltámos ao stand Eylo Motor, parando no caminho em Burgos na Ibermotor também para carregar.

Quando tentámos ir para Miranda do Douro, em Portugal, descobrimos que a estrada era quase sempre a subir e foi nessa altura que a aflição nos atingiu ao chegarmos aos 0% de bateria no meio do nada! Mas mais uma vez a sorte estava do nosso lado e, para nossa surpresa, o Nissan Leaf conseguiu andar mais 10 km até alcançarmos o quartel dos bombeiros de Miranda do Douro, onde pusemos a carregar numa tomada normal. Acabámos por dormir num hotel próximo, depois de irmos a uma festa popular com música, artesanato e gastronomia local. Em Constantin, perto de Vila Real, no stand da Nissan, disseram-nos que não era possível carregar, porque o posto de carregamento estava dentro da oficina e, como era sábado, esta estava fechada, só estando aberto o gabinete de vendas. Dirigimo-nos ao centro de Vila Real e utilizámos um ponto de carga num parque de estacionamento, enquanto almoçámos.

 

Então, já com bateria suficiente, regressámos a casa com o coração repleto de aventuras e de histórias para contar.

Após 5826 km… home sweet home!

1- Antes de começar esta viagem, tentámos contactar a representante Nissan, Ana Motta. Inicialmente fomos levados a acreditar que havia um entusiasmo mútuo, tendo sido agendada uma reunião para as 9h da manhã do dia que marcava 2 semanas antes do início da viagem, onde seria possível discutir possíveis ajudas por parte da Nissan durante a dita viagem, incluíndo um contacto prévio com os concessionários em que iríamos passar pela Europa. Após essa marcação, não recebemos qualquer tentativa de contacto por parte da Nissan, apesar das nossas múltiplas tentativas. Acabámos por enviar um email esclarecendo que estaríamos disponíveis para agendar uma outra reunião, email para o qual também nunca recebemos uma resposta. Eventualmente enviámos um email informando apenas que iríamos iniciar a viagem no dia a seguir, sendo que a falta de resposta se manteve.

2- Considero ainda que é lamentável o facto de a Nissan não tomar a iniciativa de disponibilizar PCR aos clientes em todos os concessionários, sendo esse serviço pago ou não, através de um sistema em que cada novo proprietário de um VE receberia um cartão Nissan que lhe permitiria ativar os PCR e que estaria associado à conta bancária do proprietário que pagaria um preço justo. Deste modo, a Nissan – tendo em conta que existe um concessionário a cada 100 km – teria um mecanismo mais forte para lidar com a concorrência, uma vez que os clientes poderiam carregar em qualquer concessionário, a qualquer hora.”

 

Oportunamente serão divulgados outros relatos de viagens com milhares de quilómetros realizados por portugueses e veículos elétricos portugueses.