COVID-19 – O vírus que colocou o mundo em alerta

A UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos, tem acompanhado diariamente as informações e medidas nacionais e internacionais, na prevenção do contágio do vírus COVID-19. A informação que recapitulamos neste artigo, baseia-se em fontes oficiais, como a DGS – Direção Geral de Saúde e a OMS – Organização Mundial de Saúde.

Desde que foi decretado o estado de pandemia, pela OMS, que a quantidade de informação sobre as medidas de contenção, rastreio e tratamento têm proliferado nas redes sociais. Lamentavelmente, muita da informação, não proveniente de fontes oficiais, serve apenas o propósito de desinformar, fomentando assim a tomada de más decisões, que poderão rapidamente colocá-lo em risco e às pessoas em seu redor.


A incerteza sobre a evolução do novo Coronavírus (COVID-19) gera muitas questões, tanto nas organizações de saúde, como na população em geral que vê-se a braços com restrições e regras para proteção contra a propagação da epidemia.

A UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos decidiu, a 9 de março, via Comunicado público, que todas as reuniões passariam a ser realizadas via videoconferência, que o atendimento presencial à quarta-feira seria suspenso temporariamente, e que a sua funcionária trabalharia desde casa e não nas instalações da UVE. Estas medidas, anteciparam as diretrizes transmitidas pela DGS e pela OMS, de forma a conter a propagação do novo Coronavírus (COVID-19).

Ao longo da última semana temos assistido a várias entidades e organizações a tomarem o mesmo tipo de atitude, de forma a manter a máximo de pessoas em casa em isolamento profilático e social.

Pode acompanhar a evolução dos casos do novo Coronavírus (COVID-19) a nível mundial, aqui.


A situação que vivemos globalmente, neste momento, não é um mito, não é um exagero e não pode ser travada totalmente. Infelizmente, o risco de contágio não terminará de um dia para o outro. O apelo constante nas últimas semanas tem sido dirigido à adoção de medidas preventivas, para travar o número de pessoas contagiadas com o vírus COVID-19.

Adicionalmente à prevenção, o apelo para que não se desloque aos serviços de saúde, exceto em situações claramente graves, tem crescido com a publicação de testemunhos de profissionais de saúde, que alertam para a incapacidade do SNS – Sistema Nacional de Saúde, no caso de uma afluência muito acima do normal. Do nosso SNS e de qualquer outro.


Se tiver oportunidade, fique em casa!

O apelo para que o maior número de pessoas fique em casa tem sido acatado de forma moderada nas zonas com maior densidade populacional. Em Lisboa, é comum ver pessoas de máscara e luvas na rua. Por muitos defendida como uma medida desnecessária, o uso deste tipo de proteção é eficiente quando a sua utilização é feita mediante as medidas de segurança devidas.

Se apresentar sintomas de doença (seja ela qual for), não saia de casa!

A epidemia está a evoluir de forma exponencial e o risco de contágio é maior, contudo, outro tipo de enfermidades continuam a existir: a gripe comum, constipações, infeções respiratórias (não só as provocadas pelo COVID-19), doenças auto-imunes, problemas coronários e vasculares, traumatismos, etc. Pessoas que estejam com o sistema imunitário comprometido, não devem, a todo o custo, sair de casa.

Se tiver sintomas, ligue para o SNS 24 e siga as instruções.


Grupos de Risco

Segundo a DGS – Direção Geral de Saúde, a resposta à questão “Quem está em risco de doença por COVID-19?“, a resposta é:

O vírus não tem nacionalidade, idade ou género, por isso todos corremos o risco de contração deste novo coronavírus.

Ainda assim, as pessoas que correm maior risco de doença grave por COVID-19 são os idosos e pessoas com doenças crónicas (ex.: doenças cardíacas, oncológicas, diabetes e doenças pulmonares).

Fonte: Perguntas Frequentes, portal DGS

É fundamental que todos interiorizem esta informação.
São lamentáveis os casos que, por falta de compreensão da informação transmitida, optam por levar o dia-a-dia sem tomar precauções acrescidas, porque não se consideram como um grupo de risco.

O vírus pode afetar qualquer pessoa, ninguém sabe se está infetado ou não, só o teste de despistagem é seguro para sabermos se estamos infetados. Proteção absoluta e isolamento profilático e social é sempre o mais seguro.

As medidas de contenção, por ser algo altamente contagioso, serve para proteger os indivíduos que estarão mais vulneráreis aos efeitos do vírus e para permitir, ganhando tempo, uma resposta capaz por parte do Serviço Nacional de Saúde.


Mantenha Hábitos Saudáveis

Agora que muitos encontram-se em isolamento, aproveite para repensar nos seus hábitos diários e como poderá optar por um estilo de vida mais sustentável, não somente durante o isolamento, mas no futuro.

Que medidas pode tomar individualmente, ou em família, para contribuir para um futuro mais sustentável?
A UVE – Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos é forte defensora da sustentabilidade, do meio ambiente e da mobilidade elétrica, como pilares de um futuro para todos.

Aproveite esta situação para equacionar quais as medidas sustentáveis que pode implementar na sua vida, para o benefício de todos.

A diminuição da atividade industrial e comercial como consequência das medidas de contenção do contágio do novo Coronavírus (COVID-19) mostrou um aspeto positivo: Diminuição das Emissões de CO2.
Como poderemos contribuir para que esta diminuição seja efetiva?
Todos contamos. A nossa decisão conta.

Conheça alguns exemplos de famílias que tomaram decisões mais sustentáveis.

Se estiver em casa, crie também um plano de contingência, de forma clara e que seja simples, com instruções de lavagem das mãos, desinfeção das superfícies laváveis e procure cumprir uma rotina “normal” enquanto estiver em isolamento (mantenha os horários para acordar, de refeição, etc. programe exercício físico em casa, ou outras tarefas que o façam circular em casa, para combater o sedentarismo).


Estamos Juntos!

É previsível que nos próximos tempos, tenhamos que lidar com as consequências sócio-económicas provocadas pela pandemia. Contudo, é imprescindível crer que o tempo de provação será ultrapassado. A que custo? Caberá a cada um de nós contribuir para a diminuição dessa fatura.

Siga as instruções da DGS e da OMS e seja solidário para com aqueles que precisam de apoio nesta altura. Agora que muitas famílias se encontram em isolamento em casa, comunique através de telefone e redes sociais com os seus familiares e amigos. O isolamento deve ser feito de forma responsável, contudo, com o tempo, esse afastamento pode trazer um sentimento de solidão entre os mais vulneráveis ou os idosos que estejam sozinhos.

Lembre-se também de quem tem de ir trabalhar. Não só todos os profissionais de saúde, mas todos os que permitem que o mínimo de normalidade seja mantido nas nossas comunidades. Contacte com os seus amigos e familiares que estão a trabalhar, para passar palavras de cautela e principalmente de apoio. Estamos juntos!

Pense, de forma positiva, que voltaremos a poder retomar, sem receio, o contacto com os nossos familiares e amigos.

A recuperação desta situação será o reflexo da atitude de cada um de nós, como parte da comunidade, na direção de dias mais tranquilos e seguros.


As medidas de prevenção, para diminuir o contágio, têm sido amplamente divulgadas pelos meios de comunicação, contudo, reforçamos as diretrizes da DGS – Direção Geral de Saúde e da OMS – Organização Mundial de Saúde, aplicáveis a todas as situações e contextos, seja em ambiente de trabalho, em isolamento profilático, em deslocações ao exterior, etc:

Nas áreas afetadas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda medidas de higiene e etiqueta respiratória para reduzir a exposição e transmissão da doença:

  • Medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e a boca quando espirrar ou tossir, com um lenço de papel ou com o antebraço, nunca com as mãos, e deitar sempre o lenço de papel no lixo;
  • Lavar as mãos frequentemente. Deve lavá-las sempre que se assoar, espirrar, tossir ou após contacto direto com pessoas doentes. Deve lavá-las durante 20 segundos (o tempo que demora a cantar os “Parabéns”) com água e sabão ou com solução à base de álcool a 70%;
  • Evitar contacto próximo com pessoas com infeção respiratória;
  • Evitar tocar na cara com as mãos;
  • Evitar partilhar objetos pessoais ou comida em que tenha tocado.

Consulte as Perguntas Frequentes, disponíveis no portal da DGS – Direção Geral de Saúde.

Adicionalmente à informação para a prevenção da disseminação do Coronavírus (COVID-19), a DGS dispõe de material gráfico para divulgação das medidas a tomar nesta altura em que todo o cuidado é pouco.

Se pretender divulgar documentos de como proteger-se de melhor forma, seja nas redes sociais ou dentro do seu ambiente de trabalho, utilize a documentação da DGS para esse efeito:

Se tiver oportunidade de trabalhar a partir de casa, lembre-se que também é necessário cumprir algumas regras para manter um ambiente seguro para todos durante o período de isolamento: